JOGADOR NÚMERO 1

E ai galera, tudo bem com vocês?

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Meus amigos, o que falar de Spielberg?

No mesmo ano em que produziu The Post, um drama concorrente ao Oscar de melhor filme de 2017, também participou de umas das obras com maiores influências da cultura pop da história.

Agora falando do filme, amantes dos anos 80, 90 e até os jovens da atualidade tem muitos motivos para ficarem impressionados.

São tantos easter egg’s que aparecem em tela e isso é o primeiro atrativo(diga-se de passagem um belo atrativo), apenas para criar um pouco de curiosidade cito o Batman, Esquadrão Suicida, Tartarugas Ninjas, Speed Racer, Atari e De volta para o Futuro como alguns dos mais conhecidos.

Por outro lado o filme não se mantém apenas pela nostalgia, o roteiro adaptado do livro criado por Cline, que por sua vez acabou por se inspirar nas produções de Spielberg para a criação de sua obra é muito bom, não existem grandes explicações ao redor da história, apenas o necessário para que nos importássemos com o objetivo dos personagens principais.

Ainda falando do roteiro, ele passeia do ambiente de aventura, ação, comédia e terror de uma maneira bem fluída fazendo parecer simples.

As atuações principais ficam por conta de Tye Sheridan (Parzival / Wade Watts), Olivia Cooke (Art3mis / Sam Cook) e Ben Mendelsohn (Nolan Sorrento).

Aconselho todos que assistirem no cinema a utilizar o 3D e tudo mais o que for possível, já que esse filme possui uma grande quantidade de imagens muito bem elaboradas para essa tecnologia.

Não é uma produção que deixará críticos em êxtase, mas o nerds com toda a certeza, vão colocar Spielberg num pedestal sagrado.

Alguém aí já assistiu? Concordam com minha visão do filme?

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PERFUME DE MULHER

E aí galera, tudo bem com vocês?

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Meus amigos, o que falar desse drama que a primeira vista não me chamou muita atenção e acabei assistindo apenas pela participação de Al Pacino e seu Oscar de Melhor Ator, mas sem duvidas alguma me enganei. Começando por Chris O’Donnell (dos fraquíssimos Batman Eternamente e Batman & Robin) no inicio de carreira, conseguiu compor um personagem complexo e de muitas virtudes marcantes, recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de melhor Ator Coadjuvante não sendo o vencedor por ter competido com nada menos que Gene Heckman (Vencedor), Al Pacino, Jack Nicholson e David Paymer (indicados).

Outro ponto interessante é o futuro vencedor do Oscar, Philip Seymour Hoffman também no inicio de carreira, porém esse recebeu muito menos espaço na trama, mas mesmo assim é muito bom observar o seu talento começando a dar sinais.

Seu roteiro é baseado  no filme italiano Profumo di donna, de 1974 e esse foi um dos pontos principais na minha opinião, a maneira como a história é contada nos apresentando seus personagens e como sua montagem os aproxima.

E para finalizar o ponto central da história é Al Pacino, um ex tenente-coronel do exército extremamente amargurado, com problemas comportamentais e de relacionamentos. Sua presença em cena transforma o filme com sua atuação totalmente fora dos padrões, Pacino compôs um personagem com camadas ímpares, começando pela cegueira e suas atitudes que no primeiro momento afastam qualquer pessoa. Mas por outro lado possuí muito carisma e seu amor por mulheres que fazem a total diferença na trama.

Existem duas cenas que foram fantásticas, uma discussão entre O’Donnell e Pacino no hotel e no ato final do filme o discurso inspirador que fecha a obra de maneira categórica.

Esse filme apesar de possuir duas horas e meia, tem um ritmo muito bom e não é possível sentir o tempo passar, por isso indico ele para todos, ainda mais que não ficou datado mesmo sendo de 1992.

O filme ainda passa uma mensagem de vida fantástica. Nem sempre ver é mais importante do que sentir.

 

TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME

E ai galera, tudo bem com vocês?

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História

O filme conta a história de uma mãe que utiliza três outdoors para cobrar a polícia local de sua pequena cidade, por não resolverem o crime acontecido com sua filha.

Na minha opinião esse é um filme tecnicamente muito bom, provavelmente um dos melhores dos últimos tempos, seus personagens principais possuem várias camadas e isso acaba resultando em vários pontos de virada. Mas o que realmente considero o mais importante são os temas de culpa e ódio.

 Mildred Hayes (Frances McDormand, vencedora do Oscar de melhor atriz 2018), representou uma mulher em busca de justiça, que acabou endurecendo pelos problemas da vida e cobra Bill Willoughby (Woody Harrelson, indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante 2018) é um delegado amado pela cidade, pai de família exemplar e diagnosticado com câncer, superior ao policial Jason Dixon (Sam Rockwell, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante 2018) um homem com sérios problemas éticos na vida profissional e pessoal.

Nesse ambiente apresentado na teoria, poderíamos facilmente escolher um lado e dizer quem é “bom” ou “mau”, porém nesse roteiro muito bem elaborado nem tudo é o que parece e as “tais” camadas citadas acima, me fizeram em vários momentos torcer pelo policial Dixon e não aceitar algumas escolhas da inspirada mãe Mildred.

Ainda falando do roteiro, ele faz criticas pontuais a preconceitos de nossa atual sociedade, cutucando a ferida de uma maneira bem dura e eficaz.

mildred e Dixon

Indicações

Esse é um filme literalmente de Oscar, não segue um padrão e no final a escolha do que realmente vai acontecer fica a critério do espectador, portanto não acredito que todas as pessoas vão gostar. Mas é uma produção sem pontas soltas e com toda certeza indico para quem está buscando um filme para pensar e refletir.

Elenco

Frances McDormand (Fargo)
Woody Harrelson (Assassinos por Natureza)
Sam Rockwell (Confissões de uma Mente Perigosa)
John Hawkes (Inverno na Alma)
Peter Dinklage (Game of Thrones)

Diretor

Martin McDonagh

Curiosidades

Recebeu 7 indicações ao Oscar (sendo dois para melhor ator coadjuvante) e venceu em duas categorias.

Frances McDormand hesitou em aceitar a oferta de protagonizar esta trama, mas acabou sendo convencida por seu próprio marido, Joel Coen (Um dos irmãos Coen, cineastas mundialmente conhecidos).

Sam Rockwell usou preenchimento para parecer que seu personagem era mais gordinho.

McDonagh teve a ideia de escrever este filme após ver o anúncio de um crime não resolvido enquanto fazia uma viagem.

 

 

BRIGHT

E ai galera, tudo bem com vocês?

BRIGHT

Meus amigos dessa vez vou falar de BRIGHT, um filme produzido pela NETFLIX (que diga-se de passagem tem produzido muitos filmes e séries) do gênero de ação e fantasia.

Começando pelo melhor que é atuação de Joel Edgerton (Guerreiro e Êxodo) que protagoniza o longa junto de Will Smith e além disso é nos moldes de DIA DE TREINAMENTO, além de utilizar no enredo Orc’s, Elfos e outros integrantes das histórias dos filmes da trilogia do Senhor dos Anéis.  

O filme aborda temas muito importantes, como preconceito racial e bulling, de uma forma bem leve, mas bem empregado nos dias atuais.

A ambientação é em Los Angeles e nesse mundo os Orc’s são a periferia, Humanos a classe “média” e os Elfos a elite dominadora.

As partes mais fracas do filme estão nas atuações dos outros personagens, além da falta de profundidade dos Elfos que possuem um grande potencial. A direção é de David Ayer (Esquadrão Suicida e Fury) que já apresentou diversos bons trabalhos, mas nas cenas de ação desse deixou a desejar.

Num aspecto geral vale muito a pena assistir o filme e recomendo com toda certeza.

 

Wonder (Extraordinário)

E aí galera, tudo bem com vocês?

Wonder

Esse é um ótimo filme, não esperem uma trama espetacular ou super atuações. Mas o roteiro é inteligente e despretensioso, pois sabe o peso do personagem principal e não sobrecarrega o espectador.

Começando por Jacob Tremblay (O Quarto de Jack) que é o centro das atenções, um menino que nasce com graves problemas faciais, causados pela incompatibilidade genética dos seus pais e por esse motivo necessita de diversas cirurgias para que ele possa viver “normalmente”. Julia Roberts a grande estrela do elenco, é a mãe super protetora que largou de sua vida para acompanhar e ajudar seu filho, sendo fundamental na trama. Owen Wilson é o pai descolado que está sempre ao lado do filho, que na minha opinião foi pouco aproveitado, mas quando exigido deu boa resposta. Noah Jupe que é o primeiro e melhor amigo de Auggie também é fundamental, pois ele representa o que pensamos e normalmente o que fazemos em nossas vidas. E finalmente a Izabela Vidovic que é a irmã “esquecida” e que mesmo passando muitas dificuldades sempre fica ao lado de Auggie, na minha opinião ela é o grande diferencial do filme.

O filme é baseado no best-seller de mesmo nome e com toda certeza indico ele para todos, principalmente por abordar temas atuais de nossa sociedade como bullying na escola, preconceito (principalmente o causado pela falta de educação em casa). Ele é um filme, fofinho que muitos podem questionar por seus problemas técnicos, mas que sabe muito bem passar uma mensagem de aceitação e que a amizade está acima de tudo.

Curiosidades

O livro de R.J. Palacio, que baseou o filme, figurou por 32 semanas na lista dos mais lidos do “New York Times”.

Julia Roberts não foi escolhida pelo papel, mas sim o escolheu. Ela leu o livro e gostou tanto que pediu para se incluir no elenco do filme.

A autora do livro se inspirou numa situação pessoal, quando seu filho de três anos se impressionou ao avistar uma menina na mesma condição que o personagem Auggie, criando uma situação constrangedora.

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A maquiagem que o ator mirim Jacob Tremblay usava para caracterizar chegava a levar duas horas para ser feita. Julia Roberts, inclusive, nunca viu o rosto de Jacob sem maquiagem no set.

A atriz brasileira Sonia Braga participa do filme, sendo avó materna de Auggie.

No filme, o personagem Auggie é portador da síndrome de Treacher Collins, que afeta os ossos da face e mandíbula.

 

Chaplin: O Gênio do cinema

LIGA DA JUSTIÇA: CRÍTICA

Thor: Ragnarok

LIGA DA JUSTIÇA

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E aí galera, tudo bem com vocês?

Liga da Justiça é um filme carregado de problemas causados pelas produções anteriores da DC (O Homen de Aço e Batman vs Superman: A Origem da Justiça), além de todo o peso que já carrega por ser parte da infância de muitos com desenhos e revistas em quadrinhos.

Mas na minha opinião o filme em geral é muito bom, começando por Ben Affleck que está reprisando seu papel de Batman, dessa vez com uma personalidade afetada pela morte do Superman e o que tudo isso causou para a humanidade. Gal Gadot (Mulher Maravilha) também está acima da média, uma atuação segura que só vem agregar com a atuação anterior no seu filme solo. Ezra Miller como Flash roubou a cena ao ser o alívio cômico principal e por transitar com segurança nos momentos sérios. Jason Momoa (GOT) e Ray Fisher tiveram um pouco menos de destaque no roteiro, mas suas participações foram interessantes.

O principal problema do filme na minha visão é o vilão Ciarán Hinds, em nenhum momento fica bem claro a sua real motivação e acaba destoando do restante do roteiro que até esse momento estava alinhado.

Os efeitos especiais funcionam muito bem, tirando algumas cenas do Lobo da Estepe e do Ciborgue, no restante é muito bom.

Em relação ao seu estilo, ele está um pouco diferente do normal em relação a DC, um filme com um tom bem mais claro em várias situações e com alguns momentos de descontração, mas mantendo os momentos de drama como é de costume. O ritmo do filme é muito bom, seus 120 minutos passam rápido e existem duas cenas pós crédito para quem assistir nos cinemas.

Indico ele com certeza.

 

STRANGER THINGS 2 – CRÍTICA

Thor: Ragnarok

GET OUT

 

STRANGER THINGS 2

E aí galera, tudo bem com vocês?

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Iniciando pelo o que houve de melhor, Noah Schnapp o interprete de Will Byers foi fantástico, não consigo achar pontos fracos dele, desde o inicio foi o personagem principal da temporada e soube muito bem corresponder. Gaten Matarazzo interprete de Dusty Henderson que na primeira temporada foi muito bem e ganhou mais espaço em tela e aproveitou muito bem, além de ser um alívio cômico também foi muito bem durante os outros arcos. Sadie Sink interprete de Max Mayfield uma grande surpresa e também foi muito bem na minha opinião e acabou gerando profundidade para a história. Millie Bobby Brown interprete de Jane/Eleven foi crescendo a os poucos e recebeu muita profundidade para sua personagem, além de ser um belo deus ex machina em um determinado momento. Por ultimo e muito importante Joe Keery interprete de Steve Harrington que no inicio da primeira temporada era um sub-vilão, nessa nova temporada acabou ganhando muita personalidade e se mostrou um ator com grande potencial.

Já o que poderia ter sido melhor explorado, começando por Finn Wolfhard interprete de Mike Wheeler que na primeira temporada foi juntamente com Eleven o ponto crucial da trama, já nessa temporada foi no máximo um coadjuvante de luxo. Linnea Berthelsen interprete de Kali/Oito também foi sub aproveitada, com tanto potencial para a trama, acabou tornando-se apenas o gatilho para Eleven.

As referências dessa temporada foram muito boas, passando por X-Men, O Exorcista, Poltergeist, Curtindo a vida adoidado, Jurassic Park, Contatos imediatos de Terceiro Grau, a franquia Alien, E.T, Punky a levada da breca e ainda uma referência muito show que contou com Sean Astin interprete de Bob Newby que além de ter vivido o Sam na trilogia do Senhor dos Anéis foi o personagem Mikey no filme Os Goonies.

samgoonies

Em relação a os aspectos de fotografia e roteiro, acredito ter sido uma boa temporada com alguns pequenos descuidos. Mas na minha opinião conseguiu manter o elevado nível da primeira temporada, além de aprofundar e apresentar alguns personagens que certamente estarão presentes na próxima temporada (Kali e Billy).

Certamente deixou todos com grandes expectativas e pelo que se houve falar já estão confirmadas pelo menos mais 2 temporadas, então vamos aguardar e ver o que os irmãos Duffer estão reservando para nós.

Thor: Ragnarok

Frases épicas de HOUSE

GET OUT